quarta-feira, 13 de junho de 2012

Eu tenho algo macabro dentro do meu ser que se torna inocente e sincero. 
Gosto de emocionar as pessoas, 
gosto de sentir através do seu olhar, o sentimento que carregas.
Não importa se o mesmo me fará mal quando eu me virar as costas. 
O que importa e sentir seus problemas e ajuda-las, 
transformando os demônios em paz e serenidade. 
Eu devo ter um espírito bom que ajuda as pessoas,
mas esse espírito também é psicopata,
pois ele necessita tocar a ferida mais grave e educadamente restaurando-a e moldando-a.
Paro e me pergunto, será que um dia eu vou conseguir moldar as minhas feridas?
Ou simplesmente elas se tornaram em queloides horrorentas? 
Fernanda Evangelista


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